Em se tratando de Apokalyptic Raids, certamente que se dispensam maiores apresentações. O nome fala por si só e é sinônimo de honestidade, não só com a música encarada como arte (que ela é), mas com a música ‘porrada’ (como o próprio entrevistado irá chamar à atenção), com o underground e com o som próprio que, desde 1998, eles brindam à todos os amantes do Heavy Metal. Para esta entrevista tivemos a honra de conversar com Leon Manssur. Segue o registro dessa conversa que certamente irá trazer informações importantes para todos aqueles que acompanham a banda e também para os interessados no underground em geral: o Apokalyptic Raids representa, sobremaneira, este underground.

Entrevista feita por Alex Neundorf e publicada no dia 12/10/2012
Alex Neundorf: Bem, primeiramente gostaria de agradecer a atenção para com nosso site e dizer de antemão que é uma honra poder trazer o Apokalyptic Raids para o hall de bandas históricas que já passaram por aqui, também nos cedendo, ora maiores informações sobre a própria banda, ora suas opiniões sobre temas relevantes relacionados com o Underground. Pois bem, certamente que para uma parte significativa dos leitores do GoreGrinder, o Apokalyptic Raids dispensa apresentações, no entanto, como temos um compromisso pedagógico com as novas gerações que, talvez, ainda não os conheçam, gostaríamos de ouvir de você mesmo um pouco da história da banda, da sua trajetória, etc. Acho oportuno e produtivo começar assim. É claro que podemos encontrar isso na internet, mas são quase sempre aquelas narrativas plásticas, próprias das biografias, sem feeling, sem a voz dos seus protagonistas. Amigo, o espaço é seu:
Leon: Obrigado pelo espaço! Compromisso pedagógico, gostei (risos). Mas mesmo as biografias mudam conforme a gente escolhe o que deve ou não enfatizar... Basicamente, comecei a curtir Metal lá por 1983, com o show do Kiss no Maracanã e o primeiro Rock in Rio. Daí para coisas mais ‘porrada’ (era como chamava-se som extremo) foi um pulo, e em 1985 eu já tentava tocar no estilo de Venom, Hellhammer, Bathory, Possessed e outros do gênero, incluindo Heavy/Speed/Crust... Minha banda favorita, o Hellhammer, injustamente não existia mais e tinha apenas 1 EP lançado. Passei a ter o objetivo de levar adiante aquele som, desde aquele tempo... Isso, entre uma banda e outra, e algum período parado, veio até 1998, quando começou a se tornar realidade... A banda, apropriadamente, tomou o nome daquele único EP. Encurtando a história, desde então, em quase 15 anos de carreira, fizemos 1 demo, 1 EP, algumas coletâneas, 4 álbuns, 2 turnês pelo Brasil, 1 pela América do Sul, e inúmeros shows ao lado de grandes bandas brasileiras e de fora. Temos nosso próprio selo hoje, o Hell Music, e preparamos mais lançamentos e shows por aí, há mais de 20 anos ignorando ‘novas tendências’. Esse é nosso ‘compromisso pedagógico’!
Alex Neundorf: Gostei!!! ‘compromisso pedagógico’ é um bom conceito para se defender (risos). Mas enfim, em outros termos, a ideia de montar uma banda, que fizesse aquela sonoridade peculiar que vingou nos anos 80 principalmente, já existia desde 85 pelo menos? Porque todo esse hiato entre a vontade e a concretização do projeto em 98? Aproveitando a deixa, gostaria que você comentasse sobre essa atmosfera anos 80 que você viveu. Lembro que por essa época o Venom veio pro Brasil e que essa passagem também acabou por influenciar muita gente e até bandas bem conhecidas. Enfim, de que modo isso tudo ‘pesa’ (ou ‘pesou’) na sua visão de mundo, especificamente sobre Metal e Underground.
Leon: Veja bem, em 1985, a ideia não era fazer ‘aquela sonoridade peculiar’. Era fazer som. E o som era aquele, naturalmente. Foi assim que eu aprendi, não sei fazer diferente. Então é bem natural. Hoje se diz ‘aquela sonoridade’, mas pra mim é a única... Pra mim o Venom é o Black Sabbath dos anos 80. Aquela banda de sonoridade única, que influenciou muita gente, que nunca ninguém conseguiu capturar completamente o clima, e que influenciou todo mundo que veio depois. O Venom é tão importante, que muitas bandas que vieram depois e até falharam em reproduzir o que o Venom fez, estas já têm uma grande importância em si. E some-se a isso uma estratégia de marketing agressiva de um Kiss... Quanto ao hiato, sim, você tem razão de perguntar. Tive umas 3 ou 4 bandas, e sem conseguir gente pra tocar, e sem ter a genialidade de um Chuck Schuldiner, engavetei a ideia por anos. Em 1996 ou 1998, a cena atingiu um certo amadurecimento, pós-Black Metal, que permitiu dar vazão ao que eu pretendia, com o surgimento de bandas como Pentacle e Warhammer. E é isto que tenho feito.
Alex Neundorf: Cara, você mencionou também as turnês, pelo menos duas pelo país e uma na América do Sul. Esta última, a ‘Power Militia – South American Tour’ aconteceu em 2010 e vocês foram acompanhados pelo Dominus Praelii. Nos conte sobre a experiência de vocês em tocar nos mais diversos países do nosso continente. Além disso, gostaria que você comentasse sobre o assunto ‘turnês europeias’ que, para mim, parece ser o grande sonho de consumo de toda banda profissional, a ponto de tornar-se um verdadeiro fetiche. Vocês tem esse projeto em mente, alguma vez já surgiu essa oportunidade?
Leon: Foi muito bom sair do Brasil e conhecer a cultura latina, é um mundo novo, rapidamente a barreira da língua é superada e fizemos mais amigos por lá. Há muito o que se fazer ainda. Nosso país e nosso continente têm distâncias muito grandes, é difícil chegar a todos os lugares. Quanto à Europa, sim, faz muito tempo que somos chamados, mas eu sempre quis fazer as coisas de uma maneira auto-sustentável. Custa muito caro passagens, van, equipamento, e é um grande esforço, shows todos os dias. Precisa-se reverter em algo para a banda. Seria muito fácil ter um trabalho durante a semana, juntar grana e ir gastá-la, mas isso seria turismo, não uma turnê séria. Estamos planejando e fazendo as contas, e esperamos em breve chegar lá.
Alex Neundorf: Diretamente relacionada com a questão anterior, quero explorar essa sua visão da coisa: como você encara a música e o Underground? Eu parto do pressuposto de que você acredita na existência desse fenômeno que a gente chama ‘underground’, estou certo? Como você pensa isso? Também: é possível sobreviver nesse nicho, exclusivamente dele?
Leon: Com certeza é possível sobreviver nesse nicho. Posso dar muitos exemplos de bandas, selos e lojas bem-sucedidas por todo o mundo, inclusive, já passei 5 anos vivendo somente da música. Mas faço uma ressalva: esse tal de ‘underground’ é a coisa mais mal compreendida do mundo. Muita gente acha que entende, mas não entende. São apenas aventureiros de fim de semana, moleques jogadores de RPG, não escrevem a história, são passivos nisso tudo, quando não danosos. Tem gente que faz bem, tem gente que faz, mas não tão brilhantemente, tem maus exemplos, e o que mais tem é gente que só fala. Estamos acostumados a ser cobrados por moleques que em um ano terão deixado a cena, tendo conseguido apenas aporrinhar, causar, sem acrescentar nada. Por isso mesmo, nos fechamos cada vez mais e deixamos o som falar por si só. É irônico falar isso numa entrevista, mas acho mesmo que poucos entenderão.
Alex Neundorf: Cara, não poderia deixar de explorar isso, já que você deu a deixar. Eu concordo com você (e não estou querendo me colocar no mesmo lugar, pois certamente você tem muito mais conhecimento de causa e, talvez, até tenhamos visões diferentes sobre a coisa) quando diz que ‘underground’ é algo mal compreendido. Vou dizer o que eu penso bem rapidamente, depois você comenta se concorda ou discorda, enfim qual seria sua visão sobre esse assunto. Para mim, ‘underground’ foi e é muito mais uma maneira de pensar o mundo, de ver o mundo, do que propriamente uma coisa, ou lugar, espaço, como intuitivamente a gente o possa pensar. E é mais abrangente do que o underground musical, metal. ‘Underground’ é refletir sobre as coisas, pensá-las e desenvolver uma postura crítica em relação a elas. Nesse sentido, ser ‘underground’ não é simplesmente participar de espaços ‘underground’, mas pensar ‘underground’. Vejo muita gente confundindo ‘underground’ com aparência e pose.
Leon: Concordo. É nítido quando o cara está ali travestido de roqueiro, mas não tem a atitude. E incluo nisso muita gente ‘boa’ por aí. Como eu disse, tem gente que até ouviu o galo cantar, mas não sabe onde. E tem gente que sabe exatamente o que está fazendo. Tem gente que ‘gosta’ do underground e tem gente que ‘entende’ o underground e tem gente que ‘vive’ o underground. Uma coisa nem sempre vem acompanhada da outra. Não sou ninguém pra julgar alguém, cada um é seu próprio juiz. Mas depois de uns anos nessa, a gente aprende a distinguir as coisas, não? Desculpe se pareço excessivamente azedo, mas depois de tantos anos vendo as pessoas maltratando o estilo que tanto amo, isso dá uma revolta. Prometo me concentrar mais nos aspectos positivos, é meu compromisso pedagógico também!
Alex Neundorf: Excelente caracterização, acho que é isso mesmo, nem sempre as três atitudes estão presentes na mesma pessoa. Bem, desculpe bater nessa tecla e insistir tanto, mas quando a conversa tá boa acho que é bom explorá-la. Por isso mesmo, gostaria que você nos falasse sobre o ‘viver’ o underground. Além disso, nesse sentido, ‘viver o underground’, quais as principais diferenças entre os anos 80/90 e o nosso mundo atual, na tua concepção? ‘União’, ‘cooperação’, ‘camaradagem’, geralmente são termos usados para qualificar esses anos em que o metal se sedimentava no Brasil, década de 80 especificamente. Você acha que era isso mesmo? Hoje, estaria faltando isso?
Leon: Há duas maneiras de ver essa questão. Uma seria dizer que com a quantidade de playboy e paraquedista no nosso meio, o underground está arruinado pra sempre. Outra seria notar que, ainda assim, quem entende o que o Metal significa de verdade não arreda pé, mesmo que isso signifique no momento sermos um monte de pequenos ‘núcleos de cena’ ainda sem muita coordenação. O mundo andou pra trás, nós não. O passado é sempre visto com mais romantismo, mas lembro que nos anos 80 existia muita competição suja, e por outro lado, uma geração mais antiga tentando fazer som comercial para atingir as grandes gravadoras. E o que ficou não foi nada disso, no final das contas. Os projetos sem um mínimo de ligação com o underground simplesmente não deram frutos, e isso é uma ‘lei da vida’. Pelo menos, era. A diferença é que hoje, existem ‘instituições’ no Metal. Bandas e gravadoras que são uma verdadeira merda, mas que são intocáveis, tem legiões de fãs. Fãs enganados, que talvez um dia entendam melhor. As bandas não chegaram às gravadoras grandes, mas o esquema das gravadoras contaminou uma certa camada de selos ‘independentes’, que de independente não tem nada com seus catálogos chapa branca. Mas mesmo que a superficialidade seja a maioria, ela não irá criar profundidade. Não estamos preocupados com números, mas sim com qualidade. Com arte que faça diferença na vida das pessoas. Os números são consequência.
Alex Neundorf: E acerca do processo criativo, como que ele funciona no Apokalyptic Raids? Em todos esses anos e, mesmo, você sendo o fundador e o sujeito que sempre esteve à frente da banda, pode-se dizer que o núcleo criativo é você mesmo?
Leon: Sim e não, (risos). A cara da banda é sim dada por mim. Mas preciso dialogar com os outros integrantes. Conto uma história interessante: quando o Vinícius entrou no baixo, ele começou também a compor algumas músicas. As duas primeiras não estavam muito interessantes, dentro do estilo. Ideias sem muita estrutura, riffs soltos. Fomos trabalhando e logo ele apareceu com ideias melhores, músicas praticamente fechadas, e hoje tenho orgulho de dizer que no nosso último álbum tem 3 músicas dele, incluindo a primeira e a última! Ele entendeu realmente o jeito da banda.
Alex Neundorf: Outra coisa: o Apokalyptic Raids é uma banda que possui uma identidade muito clara e específica, tanto musicalmente falando, como lírica e mesmo de produção. Nesse sentido, sendo assim tão específico e até, poderíamos dizer, restrito (afinal qualquer coisa que fuja demais do paradigma acabaria contaminando essa identidade), é mais complicado trabalhar? Quais as dificuldades enfrentadas para manter o Apokalyptic Raids e sua identidade, se é que existe essa ‘dificuldade’?
Leon: Sim, é difícil fazer riffs simples, e mais ainda quando você já fez um bocado. Mas temos umas cartas na manga para jogar. Na verdade, o Heavy Metal, dentro dos limites do estilo, ainda é bem vasto em estruturas e harmonias a serem exploradas... Não temos tanta pressa em lançar um disco novo a cada ano, mas queremos fazer bem feito. Posso dizer que a ênfase da banda é na composição, fazer músicas bem construídas, inesperadas por um lado e tradicionais por outro.
Alex Neundorf: Outro aspecto que vem a mente, de cara, quando ouvimos o nome ‘Apokalyptic Raids’, é a sua quase militância (poderíamos chamar assim?) pela defesa da cena underground, do respeito aos direitos das bandas (principalmente no que tange a pirataria). Como você enxerga esse mundo atual, da internet, da ausência daquele quase código de ética que havia entre headbangers dos 80 e 90, do distanciamento das relações sociais através das redes sociais, etc. Enfim, expresse ai sua visão da coisa.
Leon: As coisas se tornaram muito superficiais hoje. Todo mundo tem acesso à informação, mas isso não quer dizer que entendam o que estão vendo. Antigamente, o cara só conseguia ter acesso a certos ‘conteúdos’ depois que já estava um pouco preparado para aquilo. Era um tempo que havia naturalmente pra informação chegar. Hoje, essa rapidez e essa superficialidade impedem que qualquer conteúdo realmente interessante seja criado. Talvez devêssemos sim nos isolar para refletir, criar, respirar.  Quanto à chamada pirataria, é um exemplo disso. Quando um tape trader trocava fitas nos anos 80, aquilo era artesanal, no sentido de que as fitas eram copiadas em tempo real, ou seja, o cara ficava o dia todo ouvindo o mesmo disco se quisesse fazer 10 cópias dele. Por isso, os discos tinham que ser ótimos, senão ninguém aguentava, (risos). Hoje, um blog bota no ar uma discografia completa, sem nenhum link para a banda, contato, nada, o cara baixa e escuta uma vez ou nenhuma, fora de qualquer contexto, e sai achando que já entendeu tudo. É a morte total da arte. Quem vê uma ‘cena’ nisso tem mesmo uma imaginação muito fértil.
Alex Neundorf: Mudando nosso foco, vamos falar do momento atual do Apokalyptic Raids. Vocês levaram cerca de cinco anos para lançar esse novo disco, ‘Vol.4 – Phonocopia’, porque todo esse tempo? Como foi a recepção por parte de público e crítica?
Leon: Boa pergunta, mas ela está respondida no próprio texto do disco, onde diz ‘It too so long since your latest album!’. Trocando em miúdos, ficamos mais velhos, com mais problemas, familiares doentes, alguns morreram, e claro que isso nos afeta. Sobrevivemos, tivemos mudanças na formação, e fizemos este disco, e temos orgulho disso... O público e a crítica elogiaram o disco. Existem alguns pontos sutis e algumas afirmações estéticas no disco, a começar pela capa, que mantém o tema da banda, mas sai um pouco da mesmice. As composições são mais diretas, isso foi uma escolha, é claro, mas ainda existem alguns riscos que corremos em alguns momentos, afinal isso é o que dá o tempero a e personalidade ao trabalho. Enfim, convido quem não ouviu a conhecer, existem várias músicas disponíveis nos nossos sites. E voltando à questão das cópias, quero dizer que fizemos um material gráfico de primeira, com pôster e etc., para dar o máximo de valor aos CDs, LPs e tapes (sim, saiu em tape)...
Alex Neundorf: Aproveitando-me da deixa, o nome deste seu quarto registro de estúdio não é nem sugestivo, é direto mesmo. Nos fale sobre essa paixão que une apreciadores do LP, vinil, bolacha, entre outros nomes. Sendo mais específico, nos fale sobre o que você pensa sobre analógico versus digital.
Leon: Não existe polêmica analógico versus digital. Somos seres analógicos. Nossa audição é analógica. O digital é uma ferramenta. Não podemos cultuar a ferramenta como se ela fosse a arte. Acontece que há quem saiba usar bem a ferramenta e há quem não saiba. Há conteúdos que agradam e há os que não agradam. Aliás, se você quer mais um paradoxo para dar o que falar, este quarto disco é inteiro gravado e mixado em digital. Nem foi planejado assim, mas o gravador analógico do estúdio quebrou e resolvemos tentar em digital.
Alex Neundorf: Agora, algumas questões em série: o que você tem ouvido ultimamente? O que você indicaria para o público do GoreGrinder ouvir? Alguma banda surgida recentemente que você tem prestado atenção? Continuando, para além do Metal, o que você costuma ouvir? Prefere a definição mais purista e abrangente de ‘Heavy Metal’ ou os rótulos para cada subgênero?
Leon: Tenho ouvido bandas de Heavy com mulheres cantando, coisas como Leather, Warlock, Bitch... Indicaria coisas mais leves, do Hard ao Speed, (risos). Tem bandas boas surgindo hoje, mas é muito difícil achar, pois como eu disse está tudo que era bom muito pulverizado. Mas ainda assim temos bandas boas, como Trench Hell, Midnight, etc. Não é difícil adivinhar que prefiro a definição mais purista e abrangente para ‘Heavy Metal’.
Alex Neundorf: Algum hobby, tal como colecionar algo, cinema, literatura, etc.?
Leon: Curto quadrinhos Marvel antigos. Nada dessas porcarias da metade da década de 80 pra frente. Abusaram, e hoje acho simplesmente tudo horrível... Filmes de terror antigos também são bons, os de hoje são muito rápidos, é corte em cima de corte, não assusta, só enjoa. Acho que estou ficando velho?
Alex Neundorf: E a agenda, como anda? Além disso, quais os projetos futuros? Já estão trabalhando no próximo álbum ou o intuito é divulgar o último play?
Leon: Estamos apenas iniciando as composições para o próximo disco. Conforme eu disse, não iremos nos apressar, pois compor a toque de caixa é a melhor maneira de fazer música ruim. Quando tivermos na mão um material digno, ele será gravado. Até lá, entre um show e outro, estou desenvolvendo o trabalho com meu selo, Hell Music. Relancei todo o nosso catálogo em LP, licenciei em tape para um selo da Bolívia, em CD para um selo da Ucrânia, e tem alguns compactos/splits vindo por aí, com material que sobrou das últimas gravações. Fora isso, temos trabalhos paralelos, estou lançando um disco novo com o Metalmorphose, espero lançar algumas coisas ainda da Dorsal Atlântica, o Vinícius com o Atomic Roar, e o Márcio com o Grave Desecrator...
Alex Neundorf: Cara, legal nosso papo. Aprendi muita coisa nova sobre o Apokalyptic Raids e tenho certeza que os leitores também irão obter muita informação interessante e gabaritada, que é o mais importante. Novamente agradeço sua atenção para com o GoreGrinder e te congratulo pelo trabalho à frente do Apokalyptic Raids. Fechando, esse espaço é seu e pode ficar à vontade em suas considerações finais.
Leon: Agradecemos a você e ao GoreGrinder pela oportunidade! Estamos aqui trabalhando em algumas novidades, então vocês não perdem por esperar! Headbangers e Metal Heads entrem em contato!
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Arapiraca  comentou:
Guerreiro da porra esse Mansur! Parabns pelos trabalhos e apoio ao metal.
31/10/12 às 20:14 Hs
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