A Amaduscias está atualmente se preparando para gravar o seu debut álbum, depois de dois materiais lançados em sua carreira. Mas antes, a banda gaúcha de Black Metal lançará de forma online um EP com algumas músicas que constarão nesse CD. Abaixo segue uma entrevista com o baterista Rodrigo, que nos comenta mais sobre essa fase atual da Amaduscias e também sobre outros assuntos, leiam:

Entrevista feita por Carrascu e publicada no dia 27/07/2009
Carrascu: Antes de surgir a Amaduscias, você tocava na Phantasmagoria, banda da qual teve algumas das músicas aproveitadas pela Amaduscias pelo fato de você ter dado continuidade nos trabalhos daquela banda, então com esse novo nome. Dê mais detalhes acerca dos motivos que o levaram a mudar de nome, comparando os estilos sonoros até o conceitual e, aproveitando, explicando o significado do nome escolhido.
Rodrigo: Fala Carrascu! Então cara, a Phantasmagoria apesar de ter músicas próprias e de ter feito alguns shows, para mim nunca passou de um projeto. A banda não tinha uma ideologia muito definida e por isso, não tinha a mesma temática. O fato é que, quando a banda acabou (por indiferenças entre os integrantes) e de ter criado uma nova banda, de manter algumas músicas é o seguinte, eu participei das composições naquela época, apesar de ser baterista eu sempre criei alguns riffs num violão velho que eu tinha, e alguns deles foram usados misturados às músicas que tocávamos, assim, não teria porque eu deixar de lado algo que eu fazia e que eu também tinha meus créditos. Até porque quando eu entrei na banda, não havia uma definição de como seria a bateria, muitas músicas foram reformuladas por possuirem riffs desnecessários... Enfim, na Amaduscias não é uma continuidade da Phantasmagoria, apenas usamos “ainda” algumas músicas antigas, porém, hoje temos uma nova fase qual certamente nos obrigará a escolher quais composições tocar, e certamente decidiremos pelas composições da Amaduscias. Acredito que ainda gravaremos alguma faixa antiga, pois demos uma nova “roupagem” a elas, mas com o tempo não deverão mais nem fazer parte de nosso repertório. 
Nossas letras hoje falam sobre nosso orgulho de morar no Rio Grande do Sul, das histórias que nossos antepassados contam(taram) e iremos vamos manter viva a chama pois são histórias bonitas, de fundamento, que não se pode deixar apagar. Também faço questão de deixar bem claro que esse “orgulho” se ser gaúcho, não é o orgulho doente de muitos que buscam o separatismo aliado ao racismo. A Amaduscias não possui nenhum tipo de preconceito, respeitamos à todos que saibam nos respeitar. Ter orgulho do estado aonde se vive não se limita apenas aos gaúchos, isso é vivido também por pessoas de todos os estados do Brasil, ou você nunca viu bandeiras de outros estados serem expostas em jogos de futebol, shows de bandas, apresentações? E porque então somente bandas, e principalmente do nosso estado, são consideradas separatistas ao usar a bandeira de onde nasceu? 
O nome Amaduscias foi escolhido porque buscávamos um nome “forte”, que representasse nossa luta por algo que muito almejamos. O significado resumido do nome Amaduscias é um demônio protetor da música pesada.
Carrascu: A formação da Amaduscias oscilou entre trio e quarteto algumas vezes, sendo que após a primeira formação de quarteto que a banda teve você comentou em uma entrevista cedida ao Thundergod Web Zine, que aquela formação "realmente nunca devia ter acontecido...". O que levou a banda mudar sua opinião e voltar a ser um quarteto novamente com a entrada do vocalista Estevan, que substituiu Carlos recentemente?
Rodrigo: Não me referia a formação em que os integrantes era Evandro, Rodrigo, Alexandre e Carlos, a formação que não deveria ter existido foi a primeira formação da Amaduscias, quando em comum acordo resolvemos dar uma chance ao antigo vocalista da Phantasmagoria. Eu já tinha decidido que aquela formação não aconteceria novamente, mas com o tempo resolvemos dar uma força ao cara, que não soube aproveitar, porém, isso é um assunto que não comento mais. Já falei muito nas antigas entrevistas e até mesmo por ter respeito a ele (mesmo ele não merecendo), é até aqui que chego nesse assunto. O tempo passou, voltamos a ser um trio, gravamos o promo-cd “Moral, Honour, Truth”, fizemos vários shows, aonde eu cantava e tocava bateria. Começamos a gravar o single “Only One Nation” e surgiu a necessidade de mexer na formação. Foi nesse momento que procuramos o Carlos, nosso amigo há muito tempo antes até da existência da Amaduscias. Já conhecíamos o trabalho dele como vocalista e foi num dos momentos mais difíceis que a banda passou em relação a parte vocal, letras, que convidamos e insistimos para o Carlos fazer parte da banda. Sabíamos que enfrentaríamos dificuldades para ensaiar, por causa de tempo e também financeiramente falando, mas resolvemos tentar e ele aceitou inicialmente gravar o single e depois, permanecer na banda. O que impossibilitou sua permanência na Amaduscias foi que a banda assumiu um trabalho mais sério, que exige muito mais que algo tipo “se dá, a gente ensaia, senão, deixa pra outra semana/mês...”, estamos muito focados na proposta atual da banda e na necessidade dos ensaios com freqüência. Apenas por isso, conversamos com o Carlos e ele disponibilizou o posto de vocal se por acaso tivéssemos um substituto que pudesse preencher essa lacuna da freqüência dos ensaios e foi nesse espaço de tempo que surgiu o Estevan. Quanto a nossa amizade com o Carlos, continuamos tão amigos hoje quanto antes. Sempre que possível mantemos contato e nunca esqueceremos sua participação na Amaduscias! Hoje o Estevan já está cantando todas as músicas antigas e novas e vai mostrar seu trabalho pela primeira vez em Porto Alegre, no show do Krisiun.
Carrascu: Vi algumas fotos antigas de vocês onde usavam corpse-paint, mas na atual foto do MySpace da banda aparecem os 4 integrantes sem o uso dessa pintura. Quais foram os motivos que fizeram vocês desistirem de usar corpse-paint? O que significava o uso dele para a Amaduscias?
Rodrigo: Usar corpse-paint para fazer um show é como colocar uma armadura para ir à guerra. Acontece que esse uso ficou um tanto banalizado, o desrespeito de algumas bandas que nem são black metal estão usando corpse-paint. Fora isso também perdíamos tempo considerável e necessário para um aquecimento antes dos shows. Por esses dois motivos resolvemos não usar mais o corpse-paint, mas fazemos muito gosto do uso.
Carrascu: A que tipo de bandas tu se refere quando diz que “algumas bandas que nem são black metal estão usando corpse-paint”? Seriam as chamadas bandas ”unblack” que vem crescendo e infestando a cena ou bandas de estilos que nem são Metal? Aproveitando, qual sua opinião sobre essas bandas com ideologias religiosas tentando se infiltrar na cena?
Rodrigo: Infelizmente muitas bandas estão encarando o corpse-paint como algo apenas “visual”. É claro que ele faz parte também do “visual”, mas, é algo exclusivo ao black metal. Existem muitas pragas usando disso como forma de se divulgar e assim esconder a corja podre que são. Se o black metal foi criado para repudiar completamente tudo que vem desse tipo que criatura, como podem querer rotular sua mediocridade como “black metal cristão” e pior, ainda fazer uso do visual que é também uma forma de entrar na batalha contra tudo que se opõem ao black metal? Podiam pelo menos ter vergonha na cara e lançar sua própria (medíocre) forma de “guerra” e não querer usar da força do black metal para TENTAR fortalecer suas fracas pernas! 
Carrascu: A formação de vocês constitui de integrantes que moram longe um dos outros. Para ensaiar, você tem que viajar quanto tempo e até qual cidade? Como vocês lidam com essa dificuldade em época de criações e de músicas novas para um futuro debut CD?
Rodrigo: Exato. Hoje apenas o Evandro e o Estevan moram na mesma cidade, em Carazinho, eu moro em Passo Fundo e o Alexandre em Soledade. A média de tempo entre nossas cidades é de uma hora, o que não impede de nos encontrarmos toda semana para ensaiar e definir os objetivos da Amaduscias. Temos nosso estúdio em Carazinho, foi lá aonde gravamos o single “Only One Nation” e é aonde ensaiamos. Essa “dificuldade” que passamos para finalizar as composições após o promo-cd 2004 não se deu pelo fato de não morarmos na mesma cidade, foi mesmo por problemas internos da banda. Hoje já temos as músicas que farão parte de um EP que deveremos os disponibilizar online em setembro e já estamos “lapidando” as músicas do nosso primeiro cd “War and Conflicts”. Nossa maneira de compor gira em torno das músicas criadas pelo Evandro, que nos mostra em ensaio e aos poucos vamos colocando o baixo, bateria e vocal. Temos um bom entrosamento e certamente isso facilita a concretização das músicas.
Carrascu: No final de 2004, vocês gravaram o promo-CD “Moral, Honour, Truth”. Como foram feitas as gravações desse material? Vocês contaram com a ajuda de alguns selos para a distribuição dele ou foi de maneira totalmente independente?
Rodrigo: “Moral, Honour, Truth” foi o primeiro trabalho lançado “oficialmente” pela Amaduscias. Vínhamos de uma boa sequência de shows e por isso entramos em estúdio e gravamos de forma “live”, um “ensaio”, trabalho que para aquele momento teve uma boa qualidade e captou exatamente a fase que a banda passava. Foram mais de 1.000 cópias distribuídas dentro e fora do Brasil, lançado totalmente de forma independente e hoje, esgotado conosco. Acredito que alguma distribuidora ainda possua cópias, mas certamente quase “relíquias”, afinal, já se foram 5 anos, até mesmo o nosso single 2008 já está nas últimas cópias (também 1.000 cópias lançadas).
Carrascu: Atualmente, consta na biografia da banda em seu MySpace que vocês se preparam para gravar o debut CD “War and Conflicts”. Mas antes pretendem lançar um EP que será a prévia desse material. Como andam as gravações desse CD e qual é a atual previsão que a banda tem para o lançamento dele? Qual estúdio vocês escolheram para gravá-lo e porque?
Rodrigo: Como disse anteriormente, estamos com material suficiente para o lançamento do nosso EP e até mesmo do CD. O EP deverá estar disponível provavelmente em setembro, de forma on-line e algumas cópias limitadas em CD-r. O nosso CD estava previsto para o final desse ano, mas como queremos fazer um trabalho com calma, bem pensado. Além disso envolve uma questão financeira considerável, estamos ainda mantendo a data informada, com possibilidades de alteração devido aos motivos explicados. Vamos lançar o EP e depois voltamos a analisar a previsão do lançamento do CD. A gravação do EP e do nosso CD será feita novamente no estúdio de propriedade do guitarrista da Amaduscias, ou seja, no estúdio Wave Master. O porquê disso? Porque se o nosso single “Only One Nation” teve uma boa aceitação e qualidade, agora um ano depois, após muitos testes, atualização da aparelhagem e softwares disponíveis no estúdio, certamente serão gravações muito superiores. Uma coisa é você ter banda e pegar um estúdio de nome, com altíssima qualidade nos aparelhos, outra é vc ter banda e ir gravar no estúdio de uma pessoa que também toca o estilo que você busca, que estuda o que gosta e principalmente, que faz testes em seus materiais, deixando a coisa “quente” para quem vem depois gravar, isso faz uma grande diferença e certamente é o grande diferencial do Wave Master.
Carrascu: Quantas músicas vocês pretendem lançar no debut-cd “War and Conflicts”? Ele contará com o cover "Black Thorn”, do Amen Corner, que vocês gravaram já há alguns anos atrás para o tributo a banda que está previsto para ser lançado esse ano pela Belial Songs? Conte-nos também como surgiu esse convite.
Rodrigo: “War and Conflicts” deverá terá entre 9 e 10 composições novas, desta “nova fase” e iremos pedir licença para lançar como bônus o cover do Amen Corner, “Black Thorn”, qual gravamos ano passado, sob convite do selo Belial Songs para o tributo “The Return of Sons of Cain”. O convite deu-se após nossa apresentação em Carazinho com o próprio Amen Corner e acredito que a banda tenha comentado sobre nós, enfim, fomos convidados. O tributo era para ter sido lançado ano passado e agora ficou para 2009. Estamos ansiosos por esse lançamento que certamente engrandecerá a discografia da Amaduscias.
Carrascu: A banda fará um show de abertura para o Krisiun em Porto Alegre logo mais no dia 9 de agosto, que contará também com a Distraught. Um fato que me chama a atenção nos shows do Krisiun é que eles sempre pedem equipamentos em separado das demais bandas, mesmo que eles se dizem do underground e que vieram de baixo assim como muitas bandas da nossa cena. Eu queria saber sua opinião sobre esse tratamento especial que eles pedem, se na visão de vocês é justo eles terem equipamentos melhores que as outras bandas ou se você acha que, se eles são realmente bons, tocam com o mesmo equipamento que as outras bandas, que estão começando a caminhada que um dia eles também iniciaram? Esse pedido especial deles, que faz o palco ficar menor por causa dos excessos de aparelhos, não acaba atrapalhando as performances das outras bandas, onde em alguns shows eles insistem em dizer que "aqui no palco ninguém é mais do que ninguém"?
Rodrigo: Olha cara, assim como o Krisiun, o Sepultura e tantas outras bandas também começaram underground, tocando com aparelhagens precárias, foram a luta e hoje são ícones e acredito que isso lhes dê a liberdade de escolher com o que, quem e aonde querem tocar. Realmente existe uma grande diferença quando o Krisiun sobe tocar, após as bandas de abertura, mas isso é o diferencial deles, mérito deles, que, além dos ótimos músicos, experientes, possam ter um “plus” no festival que “é deles”. Isso é de certa forma um investimento da banda, dos produtores. Pode até ser que eles não possam mais ser considerados “underground” como no passado e que, quando eles dizem que “ninguém é mais do que ninguém” seja o que realmente eles pensam, a forma que eles ajam. Eu acredito nisso, é mérito deles estar aonde chegaram e ter essas “regalias”. E claro que eles tocariam da mesma forma com a aparelhagem das bandas de abertura, mas imagine você pagando um ingresso, não é válido essa diferença para os headliners da noite? Eu acho que sim, só acho que as bandas de abertura deveriam ter também suporte na aparelhagem de palco, algo justo e de qualidade (mesmo que inferior). Resta para as bandas que tocam com eles mostrarem trabalho em palco e buscar reconhecimento, gravar bons álbuns, botar literalmente a cara pra bater pois somente assim poderão talvez um dia também ter esse tipo de tratamento. Quando eu digo sobre “dar a cara pra bater” estou lhe afirmando que é isso que faremos nessa apresentação com o Distraught e Krisiun. Estamos em um bom momento, sabemos que ainda temos muito que trabalhar e se dedicar, mas vamos fazer nosso melhor trabalho, apresentar a Amaduscias para quem nunca viu um show e assim, certamente vamos poder continuar crescendo e cada vez mais melhorando e aperfeiçoando as composições e qualidades individuais de cada músico. Será uma grande noite, afinal, qual banda não quer estar ao lado da Distraught e principalmente do Krisiun em um mesmo palco? Esperamos que no dia 9 de agosto, em Porto Alegre/RS, todo mundo compareça esse evento, Amaduscias, Distraught e Krisiun no Opinião.
Carrascu: Sei que você tinha um site muito bom chamado Metal Attack há alguns anos atrás, que já encerrou as atividades. Eu sempre tive a curiosidade de saber os motivos que levaram a isso, já que o site era muito conhecido no Brasil. Por um acaso era algo relacionado ao Amaduscias? Digo, no sentido de focalizar seu tempo mais à banda e com isso não seria possível levar o site ao mesmo tempo? Ou algum outro motivo?
Rodrigo: Concordo com você no que disse que o Metal Attack era um website conhecido no Brasil todo, apesar de ter ficado apenas na versão português, também tínhamos acessos de outros lugares do país, recebíamos muito material de fora, pedindo divulgação no Metal Attack. eu e o Jorge Krening fomos os fundadores do Metal Attack e por mais de 5 anos lutamos para o manter na ativa, da forma mais profissional possível. Isso se pode imaginar, pois fazíamos entrevistas coletivas exclusivas com as bandas do Brasil e muitas de fora, fizemos cobertura com direito a entrevistas (também exclusivas) com bandas como Candlemass, Cannibal Corpse, Krisiun, .. ao contrário de muitos outros meios de comunicação, as bandas entravam em contato conosco através de seus empresários, solicitando entrevistas via telefone pois logo viriam em turnê ao Brasil ou lançariam novo álbum. Publicávamos entrevistas com bandas que em primeiro lugar, que “casualmente” no fim do mês ou somente na próxima edição, sairiam nas revistas “especializadas” e assim foi muito trabalho, uma cansativa fase para que o Metal Attack realmente fosse valorizado e que pudéssemos o tornar uma forma viável de trabalhar sem ter de ficar tirando dinheiro do próprio bolso para divulgar bandas que muitas vezes mandavam material (ou nem mandavam!), mas nem acessavam o site para ver se saiu a resenha. Para você ter uma idéia, aconteceu comigo, varias pessoas, uns 2 ou 3 anos após o site sair do ar, me pediam na cara dura “como vai o Metal Attack”? E ai eu te pergunto cara, éramos apenas nós que tínhamos de ir atrás das bandas ou elas também devem ir atrás e valorizar um meio de divulgação gratuito e de grande importância na cena em benefício deles mesmos? Eu como baterista da Amaduscias sei o quanto é importante colaborador, valorizar e investir em fanzines e webzines. Esses tipos de meio de comunicação conseguem alcançar o público que muitos outros nunca conseguirão atingir. Fora esses problemas cara, tinha o financeiro, tínhamos custos altos mensais para hospedagem do Metal Attack, valores para atualizações e tantos outros. Tivemos ótimos colaboradores mas que também cansavam de fazer um trabalho e não receber nenhum tipo de “recompensa” mas e o que podíamos fazer se nós já gastávamos com o site? Aí que entraria a valorização das bandas, selos, distros, organizadores de shows. Todo mundo ta numa braba quando se fala em dinheiro, mas se você almeja um objetivo, os investimentos são inevitáveis... nesse caso, custava sei lá, oferecer algum material para a equipe com finalidade de ao mesmo tempo que divulgar seu material, de forma a agradecer eles pelo trabalho destinado? Muitos deles colaboravam com outros sites, revistas, podiam fazer resenhas alternativas e divulgar 2 vezes a banda. Às vezes são pequenos atos que mantém uma equipe sólida. Fora isso, se o site era tão conhecido, porque as bandas não se tocavam e anunciavam no Metal Attack? Tínhamos os planos mais baratos e acessíveis. Planos que não existiam no mercado por no mínimo 50% a mais do valor. E esse dinheiro só nos ajudaria a pagar as despesas do site, não era nada pensando em ter lucro! Tínhamos planos de lançar uma revista, também uma versão resumida em inglês, mas se nem pra pagar as despesas básicas de hospedagem e domínio do site tínhamos condição, imagina bancar tantas outras ótimas idéias que tínhamos. Para lhe resumir, o site fechou por total descaso das pessoas que se dizem gostar e apoiar e viver o “metal” em suas veias!
Carrascu: Finalizo a entrevista aqui, desejando sorte e sucesso nos objetivos traçados pela banda e salientar que a GoreGrinder está de portas abertas para quando precisarem de algo em que possamos ajudar. Esse espaço é para seus últimos comentários e aproveito para agradecer pela atenção dispensada em responder a esta entrevista. Valeu!
Rodrigo: Eu é que agradeço à você amigo Carrascu, pelo espaço no GoreGrinder, um dos websites mais respeitados do Brasil. Saiba que sempre poderá contar com a Amaduscias para o que precisar e espero muito em breve estar lhe enviando nosso próximo lançamento. Lembrando ao pessoal que participem da promoção do “Box” da GoreGrinder, está anexado os 3 trabalhos da Amaduscias (“Moral, Honour, Truth”, “Only One Nation” e a coletânea “The Essence of the Black Metal/Vol.01”). Visitem nosso Myspace, www.myspace.com/amaduscias e entrem em contato conosco.
Contatos:
Myspace: www.myspace.com/amaduscias
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Blog: http://amaduscias.blogspot.com/
Twitter: http://twitter.com/amaduscias
Download do promo/cd: http://rapidshare.com/files/35631680/Amaduscias__Bra_.rar

Contato: E-mail/MSN:
m_attack@hotmail.com (Rodrigo/baterista)
amaduscias@hotmail.com (Evandro/guitarrista)

Para adquirir single “Only One Nation” e/ou coletânea “The Essence of the Black Metal”:
A/c Maurício – mauricioblasphemor@hotmail.com (Blasphemic Art Distro) -
http://blasphemicartdistro.blogspot.com/

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