Radicado em Capivari/SP, o Queiron é uma banda que tem uma história extensa no underground Death Metal. Auto-definida de maneira primorosa como “Brazilian Extreme Death metal”, o Queiron pratica sua brutalidade desde meados da década de 1990, em específico, no ano de 1995, que também marca sua estréia com a primeira Demo-Tape intitulada “Crosses that Migrate to Hell”. Um maior reconhecimento advém da segunda Demo-Tape “Blessed by the Brutality of Evil”, lançada em 1998. O ano posterior é o do split com o Mental Horror, junto a Mutilation Records, intitulado “Immortal Blood of Victory”. Após esse lançamento, mudanças significativas no line-up e a coletânea “Brazilian Mayhemic Legions” lançada também pela Mutilation Records, o Queiron fecha um contrato com a mesma Mutilation Records para 2 discos. O ano de 2002 é o do primeiro disco intitulado “Impious Domination” e 2004 o do segundo full-length “Templars Beholding Failures” (ano em que o Queiron também abre para o Cannibal Corpse). Após várias mudanças de formação, a banda se estabiliza com Marcelo Grous (Guitarra e Vocal), Ricardo Pestiferus Grous (Guitarra), Oscar M. Vision (Bateria) e Tiago Furlan (Baixo) e prevê para breve o lançamento de seu mais novo trabalho, agora pela a Butchered Records dos EUA, “The Sheperd of Tophet”. Segue então, a conversa que tivemos junto a Oscar M. Vision

Entrevista feita por Alex Neundorf e publicada no dia 15/09/2008
Alex Neundorf: Inicialmente gostaria de agradecê-lo pela disposição para com o GoreGrinder Web Zine, é uma satisfação enorme poder conversar com você! Gostaria de partir por uma questão que tem atrapalhado muito a continuidade da maioria das bandas pelo Brasil, que é a das mudanças constantes de formação. Parece que o Queiron, apesar das várias mudanças, mantém-se “firme e forte” ao longo desses mais de 13 anos de vida no metal. Partindo disso, fale-nos sobre essas mudanças e no que elas prejudicaram a banda, assim como, qual seria a fórmula para resistir a esses problemas... Aproveitando o gancho, comente sobre a entrada do Ricardo Pestiferus Grous (é irmão do Marcelo?) e no que ele contribui para o som e união no Queiron? Ainda, fale-nos sobre a atual formação de um modo geral... A casa é sua, sinta-se a vontade e tome o espaço que desejar...
Oscar: Hailz Alex!!! A satisfação em poder participar do GoreGrinder Web Zine é toda do Queiron, valeu pelo apoio. Então, pelo tempo de existência da banda tivemos até que poucas mudanças em nosso line-up, mudanças na formação sempre atrapalham de alguma forma, passamos por um tempo meio que “inativos" devido a estes problemas, mas conseguimos arrumar a casa e tocar o barco pra frente, sempre com muita dedicação e persistência em prol do Death Metal que é o estilo que nós incorporamos totalmente. Cada mudança em nossa formação teve seu motivo, é claro, e acho que talvez não seja necessário comentar por aqui, pois vai longe (risos), o importante que estamos satisfeitos agora com a entrada do novo segundo guitar Ricardo Pestiferus Grous no lugar de André Neil que foi demitido do Queiron no começo de 2008. O Ricardo Pestiferus Grous é primo do Marcelo Grous e a sua entrada se deu de forma bem natural: estavam eles em um show do Vader em Campinas/SP, que rolou em março deste ano no Hammer Rock Bar, e a partir daí surgiu um assunto sobre o Queiron e tal e o Marcelo convidou o Ricardo para um teste e ele (Ricardo) prontamente aceitou. Conversamos com o Ricardo anteriormente sobre alguns assuntos relacionados à banda e assim iniciamos o teste com ele, sem pressa, pra ver no que iria dar e depois de 03 meses Ricardo Pestiferus Grous foi efetivado como membro do Queiron e está muito foda tocar com ele, o cara é gente boa e tem os mesmos propósitos que nós e espero que tudo dê certo daqui em diante. O Ricardo Pestiferus Grous simplesmente está tocando as músicas de nosso novo set-list, mas somente quando começarmos a compor novo material que veremos o quanto Ricardo estará acrescentando ao grupo em termos de composição, arranjos, etc.
Alex Neundorf: Pois é, ouvi muita gente comentar sobre essa “ausência” do Queiron por algum tempo! Esse tempo de inatividade forneceu a vocês uma força a mais? Como foi esse período para vocês? Eu sei que é foda ficar parado, ainda mais quando se está acostumado com uma rotina de apresentações freqüentes como é o caso do Queiron. Conte-nos mais sobre o que lhes passou pela cabeça nesse período, alguma vez cogitou-se em encerrar as atividades? 
Oscar: Então o Queiron passou por um período mais complicado, precisamente em 2005, na verdade eu não tinha voltado ao grupo ainda, pois eu havia saído em 2000 e durante alguns anos fiz parte do Zoltar e depois retornei ao Queiron em 2006, mas pelo que eu conversava com os caras na época o Queiron estava tendo problemas com o ex-batera Daniel Toledo entre outras coisas que acabaram meio que dando uma "esfriada" entre os membros da banda, mas devagar as coisas foram se ajeitando. Eu e Tiago Furlan (bass) retornamos ao grupo em abril de 2006 e estamos aqui para continuar nossa saga com muito orgulho e honra pelo metal extremo. Como disse anteriormente, como não estava no grupo na fase mais digamos “crítica” não sei te dizer se foi cogitado em encerrar as atividades, vou ficar devendo essa (risos).
Alex Neundorf: Como você, em poucas palavras, definiria o atual momento do Queiron? Aproveitando a deixa, nos fale sobre as perspectivas para este ano... Também sobre esse último lançamento, The Shepherd of Tophet, apesar de ter sido lançado a pouco, nos fale: vocês já têm algum retorno em termos de sua recepção pelo público e pela crítica? O que vocês esperam para o futuro?
Oscar: Atualmente o Queiron está passando por uma fase bastante satisfatória em todos os aspectos e depois que efetivamos Ricardo Pestiferus Grous como novo membro da banda as coisas estão fluindo com muita naturalidade e estamos mais unidos em relação aos objetivos da banda. O novo CD "The Shepherd Of Tophet" na verdade ainda não foi lançado, estará saindo nas próximas semanas e espero que o CD seja bem aceito pelos bangers e crítica especializada e que possamos divulgar o trabalho nas futuras apresentações da banda.
Alex Neundorf: Quais são as possibilidades de vermos o Queiron aqui nos estados do sul? Vocês têm muitos contatos nessa região? Vocês planejam uma turnê de divulgação pelo país, ou quem sabe, fora do país? Quais os locais onde, provavelmente haja uma certeza de vocês, irão tocar? E, é claro, todos estamos ansiosos por mais esse novo trabalho de vocês e também por vê-los ao vivo... A propósito, para quem ainda não viu o Queiron ao vivo, descreva-nos uma apresentação do Queiron... É garantia de pescoço quebrado?
Oscar: Com certeza gostaríamos de poder tocar em todos os lugares possíveis, de norte ao sul do país, mas infelizmente as coisas não funcionam como nós desejamos, temos nossos empregos e dependemos deles, pois temos famílias, filhos, etc., então no momento para nós é difícil poder agendar um tour a nível nacional devido a essas circunstâncias citadas acima. E também sair para tocar para pegar qualquer coisa que aparece também é foda; ter, às vezes, que pagar do bolso uma viagem para tocar em determinado lugar eu acho que não rola, queremos o mínimo de estrutura e condições para poder apresentar um show fudido para os death bangers. Temos alguns contatos no sul, fizemos várias amizades com bandas, zines e bangers neste tempo de existência do Queiron. Eu descrevia um show do Queiron como a mais pura brutalidade e caos ao vivo, com certeza pescoços são destroçados ao final de nossa apresentação.
Alex Neundorf: Fica então o aviso aos promotores e organizadores! Mais uma vez ratifico, seria muito foda poder curtir vocês nessas paragens, eu particularmente espero que isso aconteça muito em breve!!! Mas, com relação ao The Shepherd of Tophet, apesar de podermos ter uma prévia do que virá com as músicas que estão disponíveis na net (Fornication of the Heavenly e Evil Domains Prevails), nos diga o que podemos esperar com o trabalho completo? Os sons estão todos nessa linha ultra-brutal? Por sinal, como vem sendo recebido esses sons já divulgados?
Oscar: Eu acho que o novo CD do Queiron é o mais diversificado de nossa carreira mas sem deixar de ser brutal, temos músicas brutais como Fornication of the Heavenly por exemplo como também Impalement Ritual Assembly que é uma música totalmente cadenciada com uns duetos de guitarra meio Heavy Metal e nessa faixa tivemos a participação de nosso irmão do culto da morte Sérgio Baloff Borges do Headhunter D.C. com sua voz demoníaca que enriqueceu nosso trabalho, ficou muito foda!!!!!!! As músicas disponíveis em nosso MySpace estão tendo grande aceitação por parte dos hellbangers que já acessaram e os mesmos esperam ansiosamente pelo lançamento do CD completo, como nós da banda também, estamos até o momento muito satisfeitos com o retorno do pessoal em relação à esta prévia do novo CD.
Alex Neundorf: Como é a relação do Queiron com outras bandas nacionais? Quais são as bandas camaradas do Queiron, que estão sempre tocando junto? E quais bandas, estrangeiras inclusive, são uma referência para o trabalho do Queiron?
Oscar: Nós procuramos ter o melhor relacionamento possível com todas as bandas das quais mantivemos e ainda mantemos contato, seja por email, carta ou mesmo na convivência pessoal, do dia-a-dia. Eu acho que não tem muito esse lance de “banda camarada", é sempre um prazer poder conhecer pessoalmente as bandas que mantemos contato quando ocorre a oportunidade de podermos tocar num mesmo evento e às vezes até a gente conhece uma banda pessoalmente que nunca teve contato e acaba virando amigo, coisa assim, entende? Isso é o lance fudido do underground. Eu acredito que as maiores influências do Queiron são: Morbid Angel, Nile, Death, Slayer, Belphegor, Behemoth, Hate Eternal e talvez mais algumas outras que não me lembro no momento.
Alex Neundorf: Sim, realmente acho que é assim que funciona, ou melhor, acho que essa é a melhor forma para funcionar o que a gente chama de “underground”. Mas é inegável, que às vezes, meio que naturalmente, formam-se aqueles grupos entre bandas que tocam com freqüência juntas, ou que às vezes ensaiam juntas, etc. E lógico, concordo com você, no Underground não pode haver esse lance de “banda camarada”, porque, supostamente, para que ainda exista Underground, todas as bandas precisariam ser camaradas!!! Mas o que tenho que apontar é o fato de que nem sempre é assim! Na grande parte dos casos, as bandas acabam formando esses grupinhos (que aqui a gente chama “panelinha” num sentido pejorativo) e impedindo muita coisa de acontecer! Do tipo que rola um protecionismo que é extremamente prejudicial para o Underground. No entanto, quando fiz a pergunta anterior, não era meu interesse apontar para esse lado negativo da coisa: o “banda camarada” não tinha conotação pejorativa. Mas já que você mencionou esse lado: o que você tem a dizer sobre isso? Em sua longa trajetória, você viu algo disso que apontei acontecer? Como você vê esse lance da união? Volto a repetir, concordo com você: melhor esquecermos isso de “banda camarada”, em prol de um Underground com mais força e união entre TODAS as bandas!!!
Oscar: Esse lance de "panelinha" entre bandas sempre existiu e acho que nunca vai mudar, eu procuro fazer minha parte dentro de minhas condições, fazendo contatos com todos envolvidos na cena, seja banda, zine, etc. e a partir disso conquistar novas amizades e fortalecendo ainda mais o nosso glorioso underground. Com o passar do tempo você consegue separar o que vale à pena e o que deve ser descartado, eu já presenciei várias situações de bandas que se tornam "irmãs" do dia pra noite, criando a famosa "panelinha" e de uma hora para outra se tornam inimigas por vários motivos, as vezes até por coisas banais, sem fundamento... Eu acho muito complicado esse lance de união entre bandas, pois tem sempre aquelas bandas que somente querem levar vantagem em tudo e a qualquer preço, visando apenas o seu benefício... O Queiron não faz e nunca fará parte de algum tipo de "panelinha", pra mim todo mundo é merecedor do mesmo tratamento, sem puxação de saco ou coisa do gênero.
Alex Neundorf: Recentemente vocês deixaram a parceria com a Mutilation Records e ingressaram com a Butchered Records. Fale-nos sobre essa mudança, o que ela acarreta em termos de benefícios para o Queiron? Como foi essa mudança?
Oscar: Simplesmente o contrato com a Mutilation Records era apenas para 02 CDs e assim sendo quando concluídos esses trabalhos se deu por encerrado o contrato e estávamos livres para assinar com qualquer outro selo e depois de fazermos vários contatos com selos do mundo todo acabou surgindo o interesse da Butchered Records dos EUA. Sempre é interessante assinar com um selo gringo pelo fato de seu trabalho estar sendo levado a outras fronteiras, desde que o selo também faça as coisas acontecer, investindo pesado num trabalho de divulgação e distribuição, logicamente sabemos que as coisas não são bem assim que funcionam, ainda mais em se tratando de um selo pequeno. Como o CD ainda não foi lançado não tem como avaliarmos o benefício que o selo estará trazendo para o Queiron, isso é apenas uma questão de tempo para eu poder te dar uma resposta mais precisa, nós esperamos realmente que tenha valido à pena assinar com a Butchered Records, vamos aguardar...
Alex Neundorf: Muitas bandas, acho que até poderia dizer a maioria, sonham com turnês no exterior... Como o Queiron encara isso? Excursionar por Europa e EUA é um desejo para vocês? O contrato com o selo norte-americano poderia proporcionar isso?
Oscar: Pois é, com certeza o Queiron gostaria muito de poder fazer um tour pelos EUA e Europa, mas como disse em questão acima isso envolve vários fatores, principalmente nossos empregos, já que não podemos nos dar ao luxo em ficar meses fora de casa sem algum tipo de estabilidade depois, mas é uma coisa que realmente seria muito interessante para a banda em todos os aspectos, mas infelizmente nem tudo é do jeito que gostaríamos que acontecesse. Vamos ver o que o tempo nos reserva. Segundo a Butchered Records, o selo pretende levar o Queiron para tocar nos EUA dependendo das circunstâncias que o CD for aceito por lá e também das condições de todos envolvidos de uma forma geral.
Alex Neundorf: Com relação ao nome do álbum e da arte da capa, nos fale um pouco sobre esse conceito? Tophet é uma cidade no Vale de Hinnon, local onde existe uma referência clara para ser o lugar de onde saiu a idéia de “inferno”... Vocês buscaram influência nessa mitologia hebraica para a composição do álbum por completo? Fale-nos sobre as temáticas que tratam as músicas contidas nesse novo álbum...
Oscar: Tophet era na verdade um templo localizado perto de Jerusalém no vale de Hinnon onde os canaitas matavam crianças e as queimavam oferecendo suas almas ao demônio Moloch. O CD não é conceitual, as outras músicas retratam temas como profanação, blasfêmia, morte, luxuria e orgias envolvendo autoridades religiosas e fanatismo dogmático.
Alex Neundorf: Quem foi o artista da capa para o “The Shepherd of Tophet” e o que ela representa?
Oscar: O artista responsável pela arte do novo CD foi o Alcides Burn, que também fez a arte do nosso CD anterior "Templars Beholding Failures", o cara é um mestre da computação gráfica, várias bandas já desenvolveram seus trabalhos pelas mãos de Alcides Burn, vide, Headhunter D.C., Sanctifier, Executer, Havok, Unborn, etc. A arte do novo CD representa tudo que envolve as nossas letras, ditas já em uma resposta anterior, enviamos as letras para o Alcides ter como referência desenvolver a arte, mandamos também algumas imagens sobre o conceito de Tophet e deixamos que o Alcides Burn trabalhasse sua imaginação e a cada esboço que era enviado para nós, simplesmente pedíamos para fazer alguma alteração até chegar numa aprovação geral de todos, particularmente acho que ele se superou desta vez, fez um ótimo trabalho e ficamos muito satisfeitos com isso.
Alex Neundorf: Fale-nos também um pouco sobre o nome da banda... Queiron é uma referência ao centauro da mitologia grega? Fale-nos um pouco sobre a origem do nome, como chegaram até ele, quem teve a idéia...
Oscar: Queiron é o nome do centauro da mitologia grega que era considerado sábio e imortal, quando surgiu a idéia de formar a banda Marcelo Grous e Marcelo Moretti (baixista original) optaram em buscar um nome para o grupo que soasse de forma diferente e com certa originalidade, procurando fugir um pouco dos clichês, assim sendo, surgiu Queiron após algumas pesquisas.
Alex Neundorf: Para aqueles que não acompanharam a evolução do Queiron, fale-nos um pouco sobre essa trajetória... O que cada um dos trabalhos lançados incorporou ao Queiron? Como foi a receptividade desses materiais? Não sei se vocês pensam dessa maneira, mas muitas bandas têm em seus álbuns lançados quase que um paralelo com seus filhos!!! Se assim, como vocês definiriam seus filhos? (risos)
Oscar: A cada trabalho que o Queiron lançou buscamos sempre nos aprimorar em todos os aspectos, em produção gráfica, buscar sempre uma melhor produção em estúdio, nos tornando mais exigentes naquilo que fazemos, e é claro, com nossas próprias composições, para que as mesmas sejam motivo de orgulho pelo árduo trabalho que desenvolvemos em prol do brutal Death Metal nacional, satisfazendo nossos anseios como headbanguers e músicos. Eu acho que a cada trabalho lançado sempre batalhamos em divulgar o material da melhor forma possível pelos meios de comunicação do underground, sempre tivemos uma aceitação acima da média em tudo que fizemos até hoje, e isso vemos através das cartas, e-mails que recebemos neste tempo de existência do Queiron, isso é muito gratificante. Eu tenho muito orgulho dos “filhos” que ajudei a criar no Queiron, isso é algo que realmente é muito prazeroso em se fazer e espero que este novo CD também seja mais um motivo de orgulho para todos nós, pois lutamos muito para fazer as coisas acontecerem.
Alex Neundorf: E vocês acham que todos os “filhos” são bem educados, ou tem algum que saiu “malcriado” em algum aspecto? (risos) Há alguma coisa que mudariam de alguma forma nos trabalhos anteriores? Tomando esse aspecto como mote, como vocês definiriam a evolução musical do Queiron? Quais aspectos, principalmente, vocês tem em mente quando estão trabalhando em um novo material e tudo aquilo que está diretamente relacionado (shows, divulgação, etc.)?
Oscar: Eu acho que cada trabalho lançado é como uma nova experiência, sempre buscamos nos aperfeiçoar, ou melhor, procurar buscar o melhor possível para nossa satisfação pessoal, mas sempre tem algo que você acha que pode ficar melhor e isso faz parte, é um eterno aprendizado, eu particularmente não mudaria nada do que fiz até hoje em estúdio e sinto orgulho de tudo que fiz e do jeito que foi produzido em cada época. A evolução musical do Queiron vem sendo lapidada com o tempo e a cada material que lançamos eu acho que conseguimos nos superar em algum aspecto e é sempre com esse intuito que trabalhamos de forma árdua para que possamos atingir bons resultados. Quando lançamos um novo material sempre procuramos elaborar algo novo nas apresentações em termos de performance em palco, pano de fundo, banners, até mudamos recentemente nossa intro que acompanhará nossos próximos shows para não se tornar repetitivo e maçante para nós mesmos, então nos preocupamos em todos os aspectos para poder fazer o melhor e agradar á todos os bangers que acompanham nosso trabalho.
Alex Neundorf: Por fim – e de praxe – este espaço é seu! Comente o que quiser... Para finalizar, foi um imenso prazer conversar com você. Obrigado por sua atenção para com o GoreGrinder Web Zine. E fique sabendo que aqui a casa é sua. Ficamos na espera do Queiron vir apresentar seu novo trabalho aqui por essas plagas e ansiosos pelo lançamento de The Shepherd of Tophet, o mais recente de uma “prole” que, esperamos, longa e bem sucedida!!!
Oscar: O prazer em conversar é todo meu. Longa vida ao GoreGrinder Web Zine e que o mesmo continue divulgando e fortalecendo nossa gloriosa cena extrema nacional, espero que em breve o Queiron possa aparecer por esses lados destruindo tudo em nome do verdadeiro brutal Death Metal. Brutalizer eternally!!! Death metal rules supreme!!!
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Noktuz  comentou:
MANDO FORÇAS PARA O QUEIRON,E QUE CONTINUE BATALHANDO NO UNDERGROUND,E QUE SEMPRE FORTALEÇA O MESMO,HAIL
28/09/09 às 20:02 Hs
Alexandre (Madness)  comentou:
Ótima entrevista,digna de uma Banda que batalha muito todos esses anos.O Queiron é um exemplo a ser seguido no Death Metal,parabéns pelo excelente trabalho amigos.
02/12/08 às 13:23 Hs
Slanderer  comentou:
Muito foda a entrevista! O QUEIRON um exemplo de luta e verdade no underground nacional. Agradeo tambm ao Oscar, por citar o UNBORN na entrevista. Hailz!!!
06/11/08 às 23:15 Hs
Brutaller Havok  comentou:
Muito fudido a entrevista,perguntas bem elaboradas!!O trabalho q esses caras fazem digno de muito respeito por partes de todos e com certeza "The Shepherd of Tophet" ir brindar nosso fudido Underground!!
Parabens!!
19/09/08 às 00:38 Hs
Cleyton Infection.  comentou:
J conheo o Queiron o Oscar, no pessoalmente o admiro o trabalho desses caras, muito fudido o som. Emtrevista muito bem elaboradas, boas perguntas, parabns.
18/09/08 às 19:12 Hs
Alair  comentou:
Excelente entrevista com o Queiron, espero ansioso pelo lanamento do novo cd!

DEATH METAL RULES!!
18/09/08 às 09:30 Hs
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