Aqui estamos eu e o doente mental Neto, esse que é o escatologista único da doença que dissemina barulho com tematica pornografica e muita coprofilia na Hemorrhoidal Anal Suffering. Banda essa formada em 2005, como ja dito por apenas um sequelado, uma one-man-band fudida que veio pra deixar seu nome na cena scat copro gore grind! Confira o que o Neto tem a nos dizer a respeito de seus projetos com a banda e ainda fala de toda cena escatologica splatter nacional!

Entrevista feita por Luiz e publicada no dia 28/05/2006
Luiz: Scatologicas Saudações amigore Neto! Fudido para eu estar fazendo essa entrevista, minha primeira para o GoreGrinder webzine! Fale um pouco sobre a H.A.S. Como estão as coisas para banda como trabalhos lançados e próximos lançamentos...
Neto: Saudações Luiz, o H.A.S. foi formado em 2003 como uma One-man band pelo fato de eu nunca me dar bem em um estúdio com pessoas, portanto peguei meu velho banjo e comecei a ensaiar e em novembro gravei a destruição sonora que é a demo "Defecation Ritual", agora finalizei as gravações para alguns splits que logo estarão saindo e em breve teremos muito mais artefatos otorrino destrutivos.
Luiz: A H.AS. é uma One-man-band, coisa que há alguns anos atrás era uma grande novidade para cena, já hoje em dia é uma das coisas mais comuns no meio Underground... Dê sua opinião a respeito das “One-man-band”, diga também o porque do H.A.S. ser também uma.
Neto: Gosto muito de bandas One-man por seu som e seus temas serem idéias mais pessoais ao seu dono. O H.A.S. é uma One-man band pois nenhum dos meus amigos mais próximos curtiam o tema e alguns levavam muito na brincadeira esse lance de Goregrind, portanto me virei e fiz sozinho meu próprio som.
Luiz: Com apenas um trabalho lançado, que é a demo “Defecation Ritual”, você acha que já deu para banda ser um pouco reconhecida pelos amantes da doença Gore Grind? Porque essa demo é limitada em apenas 50 copias?
Neto: Não sei como alguém pode curtir essa demo, nem eu curto, mas ela abriu ótimas portas para mim, estarei saindo em vários splits por selos de amigos fiéis e verdadeiros que respeito muito, isso é um orgulho e uma honra para mim. O fato da demo ter sido limitada a 50 cópias foi a simples falta de dinheiro hehehe
Luiz: O tema abordado pelo Hemorrhoidal roda em torno da pornografia, copro, logicamente também muita escatologia. Porque ter esses temas como principais em sua banda? E o preconceito que ocorre há cerca desses assuntos, como você encara? Já sofreu algum tipo de preconceito?
Neto: O H.A.S. já falou de patologia e temas gore em geral, mas fui naturalmente mudando os temas e adicionando mais pornografia e muita coprofilia. Não sofri nenhum preconceito ainda, mas quando fui imprimir as capas da demo notei que o dono da gráfica fez algumas caretas ao olhar a capa com atenção ehehehhe
Luiz: Você alem da Hemorrhoidal também luta na cena com o selo Deathdawn Production e ainda possui uma outra banda que segue na linha Gore Grind, que é a Decomposed Corpse Putrefaction. Fale um pouco sobre cada trabalho, o que possui de lançamento do selo, os próximos quais serão e como esta essa outra banda sua.
Neto: A Deathdawn Productions é um selo sem objetivos fincanceiros que criei para lançar e distribuir materiais de bandas undergrounds dos estilos mais extremos, estou organizando vários lançamentos pelo selo, quem quiser ficar atualizado sobre eles basta visitar o site www.deathdawnproductions.cjb.net. Já o Decomposed Corpse Putrefaction é um projeto paralelo two-man-band que decidi criar ...
levando a temática patologia forense, para este projeto chamei meu amigo Allan para tocar as guitarras e eu ficaria por conta das baterias e vocais, acabamos gravando um material que logo sairá num split que alias ficou péssimo, com a saída do Allan a banda ficou parada, mas estarei recrutando um novo guitarrista em breve e gravaremos um material novo.
Luiz: Uma nova desgraça na cena Grind vem surgindo, estou falando do fudido Cyber Gore... Uma mistura de batidas do Techno, com anti-musica Gore Grind... O que você tem achado dessa desgraça que vem se lastrando em meio a cena? Qual seu pensamento a respeito de “radicaloides” que andam tentando banir esse fudido som de nossa cena.
Neto: Cyber Gore é lindo, o ritmo techno combina perfeitamente com suspiros de orgasmos e vocais gore, acho um estilo diferenciado e há várias bandas boas no estilo. O que eu acho sobre esses tais "radicalóides" é que se não gostam não escutem e fiquem na deles.
Luiz: Nos diga sua opinião a respeito do amor e do ódio.
Neto: Meu ramo é escatologia, e não psicologia. (editor: hahahaha seu veado!)
Luiz: Você leva o Grindcore como um estilo de vida ou apenas é um tipo de som que você curte ouvir e fazer?
Neto: Sou apenas um cidadão pacato que possui um lado oculto na mente apaixonado por sujeira, merda e porno!
Luiz: Irmão Neto, muitíssimo obrigado pelo tempo cedido a essa entrevista, espero que de alguma forma nós do GoreGrinder Web Zine estejamos te ajudando na luta com o Hemorrhoidal Anal Suffering. Vida longa a essa escatológica banda! Complemente o que quiser nesse final de entrevista.
Neto: Agradeço muito a você Luiz por me ceder essa entrevista, vocês têm me ajudado muito, sorte ai para vocês também, vida longa as doenças que criamos!!! TOTAL ANTI-MUSICAL MANIFEST!!
Compartilhar

Envie seu comentário sobre essa matéria!

Nome:
E-mail:
Texto:
=

Parceiros